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Música de outros ouvidos:

 

artes desconhecidas

 

Ouvidos que não estão acostumados a escutar música diferenciada, passam sem perceber artes singelas que rodeiam uma sociedade. Já os que ouvem, sabem sentir com simplicidade uma música tocada em qualquer lugar que seja.

Por Isabella Corrêa, Giulia Batelli e Jefferson Bispo

Dia quente, pessoas correndo, tempo acelerado, bombardeamento de informações, filas enormes, aglomerações humanas. Os dias estressantes semeados pelas obrigações do cotidiano e o tempo que se torna cada vez menor, colaboram para que as pessoas esqueçam o belo que há em volta. O poder do dinheiro e a busca pelo prestígio fazem das coisas supérfluas, necessárias, e das coisas necessárias, supérfluas. Uma televisão ou carro do ano se tornam mais importantes do que alguns minutos ouvindo alguém tocar ou cantar, mais importantes do que apreciar um quadro artístico.

Há quem diga que para se ter acesso a cultura é preciso ter dinheiro, um carro e tempo. Na correria, as pessoas esquecem a infinidade de coisas que podem se tornar arte diante dos olhos. Para desfrutar a cultura não é necessário ir a um teatro, cinema ou concerto. As diversas formas de arte estão inseridas no dia a dia de quem mora dentro de um ambiente social razoavelmente civilizado. A cultura não é algo que se pode separar da sociedade. Ela cria uma sociedade sensível aos sentidos.  “O artista é criador de coisas belas. Revelar a arte e encobrir o artista é a razão de ser da arte”, já dizia Oscar Wilde. Existe arte em tudo, desde que haja olhos suficientemente capazes de enxergar, independente de quem a faz.

 Brasília é um bom exemplo de arte oculta que se revela. Um lugar onde milhares de pessoas andam apressadas sem olhar para os lados, preocupados com o horário, com os compromissos inadiáveis, o engarrafamento e o salário no fim do mês. Sem precisar sair dos ambientes rotineiros, é possível ter acesso a cultura apenas prestando atenção ao redor. Existem bons artistas divulgando seus trabalhos nas ruas da cidade, mas não são vistos. De manhã cedo ao pegar um ônibus, no caminho para o trabalho ou escola,indo a um hospital ou clínica. Voltar de um dia exaustivo ouvindo alguém tocar na estação do metrô ou na rodoviária. Assim é a tentativa de alguns músicos da capital, tentar fazer surgir novos ouvidos e olhares para suas artes.

                   Um motorista na voz e violão

"A música é tudo para mim", declara Duda. Para ele, não há nada mais gratificante do que tocar, já que representa a própria vida.

Um público amigo. No meio da música acenos e sorrisos. Luiz de Pietro Vieira (48) canta com a alma. Tanto sua aparência quanto a sua voz lembram a do cantor Lulu Santos. Demonstra tranquilidade e serenidade diante do microfone. Sabe o que está fazendo. Toca desde Tim Maia até Geraldo Azevedo. Faz no improviso o que pedirem e o faz com graça e vontade. Com a ajuda de um violão, teclado e alguns efeitos sonoros, ele realiza um show para si mesmo no bar em que toca. Sob mesas cheias de clientes, poucos são os que prestam atenção e, a música acaba sendo para ele próprio.

Pietro tem dois trabalhos. É motorista do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e toca às sextas-feiras, por volta das 19 horas, no bar Varanda’s, na 713 Norte.

Duda, apelido de infância pelo qual é conhecido, estudou três anos de violão de seis cordas no Clube do Choro. Sempre viveu de música, porém nos últimos três anos passou a trabalhar no MMA.

Pietro foi estimulado a estudar música pela família e por amigos que tocam. O motorista já guarda na história a herança musical, sua mãe foi cantora de rádio e seu avô tocava violão erudito. Além de cantar, toca cavaquinho, teclado e violão. O músico já embalou as pessoas com música popular brasileira em alguns eventos do MMA. “A música me completa. É tudo para mim, o ar que eu respiro” declara.

Duda é divorciado e tem três filhos. A exemplo do pai, dois de seus três filhos são músicos. Apesar de terem começado há pouco tempo, os meninos tocam cavaquinho, violão e um deles toca percussão. Costumam se apresentar em clubes. Ao contrário do que se pode pensar, Pietro não pensa em montar uma banda com os filhos. Quer seguir carreira solo. Já compôs músicas e pretende lançar um CD feito em “fundo de quintal”, como brinca. Quando perguntado sobre divulgação de seu trabalho na internet, Duda afirmou não ter vontade de publicar suas músicas neste cyberespaço, dizendo que muita gente se aproveita, e que quer divulgar seu trabalho de boca em boca.

 Assista a performace do artista aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=gDDObPjmpLk

                 Música para amenizar a dor

"Quando eu toco uma música que lembra algo, as pessoas se emocionam", diz Alan Cruz a respeito do seu trabalho como voluntário.

O baiano Alan Cruz (23) é um dos 13 músicos da empresa de laboratórios Sabin e voluntário do Hospital Universitário de Brasília (HUB) na 605 Norte, além de tocar na Igreja Nossa Senhora de Fátima na última terça-feira do mês.

A maior paixão sempre foi a música. Seus familiares, sendo a maioria do ramo musical, o incentivavam a seguir o mesmo destino, pois viam nele o talento herdado. “Sou música até morrer”, revela o cantor e violonista.

O trabalho no laboratório Sabin o fez perceber que nem sempre as pessoas param para perceber uma arte. Ele afirma que ao mesmo tempo em que algumas pessoas apreciam quando ele toca músicas, outras não recebem tão bem por estarem preocupadas. “Como músico nós temos o papel de tranquilizar, porque já foi provado cientificamente que a música ajuda nessa parte de amenizar a dor”. Este projeto de música no Sabin já tem oito anos, dos quais faz parte há um ano e nove meses. O intérprete faz trabalhos voluntários, dedica uma hora do seu dia para tocar em hospitais. Ele acredita que tocar para os doentes é um ofício muito gratificante. Se sente realizado em poder ajudá-los de alguma forma e mostrar a música como uma realidade mais bonita. “É mais gratificante para mim do que para eles”, confessa o baiano em relação ao trabalho que realiza como voluntário na ala de quimioterapia do hospital. Cruz diz fazer voluntariado desde a época em que fazia catequese quando precisavam de alguém para cantar na igreja.

Nascido em Livramento de Nossa Senhora, Alan Cruz começou a tocar aos dez anos de idade. Veio para Brasília em 2005 estudar música. Inicialmente, Brasília não estava em seus planos. Suas primeiras opções foram Rio de Janeiro e São Paulo. No final de Dezembro de 2004, lhe foi feito um convite para estudar na Capital, ao qual aceitou de prontidão. Ao chegar à cidade, percebeu que não conseguiria viver somente de música. Começou a trabalhar no STJ (Superior Tribunal da Justiça) como mensageiro, embora soubesse que não era isso o que queria realmente. Em 2008, Cruz ficou sabendo que estava sendo feitos testes com músicos no laboratório Sabin. Não hesitou e fez o teste, ao qual passou e pôde, enfim, deixar o emprego no STJ.

 Assista a performace do artista aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=lRQ5uNCw6Jo

                         Boa música nos ônibus

"Quando é dia de pagamento todo mundo compra. Ai quando não é, só dão um trocado, uma ajuda", revela Vctor Lozano fazendo graça sobre os CDs que vendem nos ônibus.

Victor Lozano sempre esteve em contato direto com o transporte coletivo na Bolívia, seu país de origem. Quando tinha 30 anos, trabalhou como motorista de ônibus conduzindo os passageiros aos seus destinos. Hoje, na faixa dos 45, ele ainda o faz, mas de maneira diferenciada. Em vez de dirigir o automóvel, conduz os ouvidos de cada pessoa que espera dentro do ônibus.

Sua estrada como “músico de ônibus” começou quando a empresa de coletivos em que trabalhava quebrou. Desde então, viu sua vida resumida a quase nada. Sem emprego e dinheiro, não imaginava que sua trajetória iria voltar para o mesmo ciclo de antes, exceto por um diferencial importante: não dirigia mais um  ônibus, mas embalava o som dos trajetos e fazia algo prazeroso sendo músico, embora, para ele, as duas funções o satisfaria de forma similar. “Acho que poderia ser as duas coisas. Ser motorista de manhã e depois trabalhar como músico”, afirmou o boliviano.

O som chama a todos com um ritmo regional  muito envolvente. É levado por um sicus, espécie de flauta, típico andino, e um instrumento semelhante ao violão, denominado charango. Para acompanhar a música, o filho, Erick Lozano, toca um bombo. Cria-se um clima confortável e irreverente, despertando os sonolentos e chamando a atenção dos dispersos. Uma das músicas tocadas, tornerai tornero, típica canção italiana, foi recebida com emoção. “Isso que eles fazem é mágico”, afirmou uma das passageiras que acompanharam os músicos em um trajeto.

Victor Lozano começou a tocar em 1995 quando uns amigos o chamaram para ir a Argentina trabalhar com um grupo musical. Ao conhecer Assunção, capital do Paraguai, o convidaram para tocar no Brasil. Conheceu inúmeras cidades brasileiras até chegar a Brasília, onde vive há cinco anos. O músico pai de família também já tocou em diversos países da América latina como: Chile, Argentina, Equador, Colômbia, Paraguai, Peru e Brasil. Deixou esposa, quatro filhos e vários netos para trás em busca do sonho de seguir andando com a música. A família, no entanto, sempre o incentivou a não desistir. “Acham que aqui no Brasil um homem pode viver da música”, revela o filho dizendo o que os familiares pensam sobre o ramo musical no país. Os dois enfatizam, ainda, como Brasília é receptiva ao trabalho artístico que realizam. “É um povo muito hospitaleiro. Gosto bastante das pessoas, quando vêem que são de fora eles ajudam muito” diz Victor.

Assista a performace dos artistas aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=dV3_dmq76Zw

                            Um rock diferente

"Eu sou movido à música e o tempo todo estou escutando um som", confessa o motorista mostrando a capa do seu primeiro CD.

Pop Rock gospel, esse é o som produzido por Maicon Figueredo (29), integrante da Banda gospel Hevron. O músico, além de trabalhar como motorista no Ministério do Meio Ambiente (MMA), se realiza aos finais de semana ,apresentações  tocando guitarra na da banda religiosa.

Seu interesse pela musica começou aos 13 anos, ouvindo grandes artistas do rock como Guns N’ Roses e Metállica. Seu pai o presenteou com sua primeira guitarra e, desde então seu interesse pela música foi crescendo cada vez mais. Maicon, como simplesmente prefere ser chamado, passou a ter aulas de música para dominar o instrumento e tocar pelas casas de shows.

A participação na banda Lady Jane deu inicio a carreira como guitarrista. A banda era voltada para o rock e já vinha conquistando um público cativo na década de 90 em Brasília. Cerca de três anos, a banda se desfez por haver desentendimentos entre os integrantes. “A gente optou por mudar o trabalho. Conciliar banda é um trabalho! É como se fosse um casamento, têm que se dar muito bem com as pessoas, e chegou um tempo que a galera já não estava se dando bem”, justifica o músico sobre o fim da antiga banda.

Já o ingresso na vertente religiosa da música, se deu por problemas com a bebida, que o fez passar por alguns constrangimentos. Maicon diz que bebia muito quando tocava em bares e casas de show. Estava cada vez mais perto de atingir o sucesso musical com sua banda e se sentir mais perto da fama, a ponto de esquecer o principal motivo por estar lá: a música. Ele não se via mais diante de si próprio, já não era o mesmo. Para sanar esse problema, percebeu que precisava de ajuda, e a encontrou na Igreja. “Eu tinha problemas com álcool. Foi o motivo de eu procurar a força maior, que é Deus, para que eu pudesse mudar minha vida”, confessa. Hoje ele é integrante da banda Hevron, grupo religioso que usa as músicas para pregar a palavra de Deus.

Como motorista e musico aos finais de semana, ele diz que apesar de ser corrido, é gratificante fazer o que ama. “O objetivo é chegar a viver com musica”, diz o músico, mostrando o primeiro CD gravado pela banda com o titulo Hevron – Filhos da Luz, que esta sendo produzido em São Paulo e terá seu lançamento no dia 30 de Novembro, na Avenida central do Novo Gama-DF.

Assista a performace do artista qui:

http://www.youtube.com/watch?v=yoEP2IiZAaY

Contato:

Luiz de Pietro Vieira

luiz@yahoo.com.br

telefone: (61) 33171032

Alan Cruz

alancanta@hotmail.com

Telefone: (61) 96085113

Victor Lozano e Erik Lozano

panchito_charango@hotmail.com

Maicon Figueredo Lima

maicolfll@hotmail.com

www.myspace.com/bandahevron

Telefones: (61) 91589310 – (61) 36299432

 

A antropofagia vem da ideia de canibalismo. Para alguns indígenas, o termo tem um significado místico em que, no ritual, come-se uma parte do corpo de outra pessoa para adquirir suas qualidades. Já no manifesto antropofágico, esse pensamento é usado como uma metáfora para o que os vanguardistas brasileiros da época queriam propor.Como em um “canibalismo cultural”, os brasileiros criariam sua própria identidade, a partir da adaptação das culturas estrangeiras (principalmente européia) à realidade do Brasil. Tem como base de sua estrutura de pensamento a tradição de adquirir alguma qualidade, como coragem e força do “ser comido”. O manifesto antropófago faz uma interpretação metafórica do canibalismo, sem o sentido pejorativo. Portanto eles dizem que devemos pegar as características positivas das outras culturas, estando com os olhos para o exterior ao mesmo tempo em que protesta por uma cultura própria.

O trocadilho “Tupi, or not tupi that is the question” é muito interessante, porque satiriza a verdadeira questão (“ser ou não ser?”). Neste caso, eles fizeram uma comparação usando a língua estrangeira para indagar a própria cultura, a raiz do Brasil. O manifesto contrapõe o olhar cultural brasileiro para o exterior ao mesmo tempo em que protesta por uma cultura própria. Não se sabia aonde a sociedade estava indo com tanta influência nem o que isso significava, pois não seguia rumos próprios. Era preciso questionar o que estava sendo implantado ali.

Para surgir uma nova cultura é precisa uma nova lei (“A única lei do mundo”). Assim, como numa sociedade comum, para começar um novo processo, uma nova decisão (de forma legal) é preciso aprovação de uma lei. A lei é a expressão regente do individualismo (o que o cidadão pode fazer), de todos os coletivismos (o que toda sociedade tem como regimento).

O movimento antropofágico deixou claro como a elite brasileira da época se submetia ao que era “de fora”, nem mesmo questionavam se aquilo era mesmo o que devia ser feito, se aquela cultura não era errada por não ser “nativa”. Criava uma perspectiva superior ao externo e acreditavam que “lá” estava o sublime. Dessa maneira, enquanto essa idealização do exterior acontecia, os vanguardistas tentavam discursar uma cultura que venerasse o que era brasileiro.

Na semana de 22, muitas pessoas criticaram a atitude dos intelectuais vanguardistas, mas hoje, aplaudem a herança cultural que nos foi permitida. Aquela visão de cultura não era antes vista por nossa sociedade, já que era uma concepção, de certo modo, muito a frente da realidade vivida naquela época. Hoje é visível as mudanças que se pretendiam naquele tempo. Tem-se uma cultura enraizada, fixa e extremamente brasileira

Foto/reprodução TV Band

Foto/reprodução TV Band

Na sexta-feira (26) teve início no Amazonas, o 44° Festival Folclórico de Parintins, a segunda maior festa folclórica do Brasil, perdendo somente para o carnaval do Rio de Janeiro. A Festa do Boi Bumbá tem suas comemorações nos dias 26, 27 e 28 ultimo fim de semana do mês de Junho, e será transmitido ao vivo pela Rede Bandeirante de televisão.

Conta a lenda que Mãe Catirina, grávida, deseja comer a língua do boi mais bonito da fazenda. Para satisfazer o desejo da mulher, Pai Francisco manda matar o boi de estimação do patrão. Pai Francisco é descoberto, tenta fugir, mas é preso. Para salvar o boi, o medico e o pajé são chamados, e o boi ressuscita. Pai Francisco e Mãe Catirina são perdoados e há uma grande comemoração. Esse é o enredo da Festa de Boi Bumbá que tem suas raízes no povo nordestino.

O festival é uma competição de três dias, onde as agremiações do Boi, Garantido (vermelho) e Caprichoso (azul) disputam pela melhor apresentação.

Do site: soumuitoprafrente.com

Do site: soumuitoprafrente.com

 Elementos regionais como, mitos, lendas e rituais dos povos da floresta amazônica, são retratados em encenações e alegorias, num imenso palco a céu aberto, com capacidade para 35 mil pessoas.

No mês de junho a cidade de Parintins se divide em duas torcidas, a vermelha (Garantido) e a azul (Caprichoso). Entoadas são cantadas nas ruas, famílias se dividem, tudo em nome do amor ao Boi. As agremiações confeccionam centenas de fantasias repletas de penas e palhas da floresta, alegorias gigantescas entram em cena, esculturas que retratam os personagens folclóricos em dezenas de metros, articulados como se estivessem vivos. Os artistas da região trabalham durante o ano inteiro na apresentação que dura cerca de duas horas em cada dia. Esses artistas de uma maestria magnífica e freqüentemente são levados ao Rio de Janeiro e São Paulo, para trabalhar na produção do carnaval.

Ricardo Stuckert

Ricardo Stuckert

As festividades do Boi são realizadas desde 1965, mas naquele ano não houve a disputa do boi, apena as comemorações. No ano seguinte foi introduzida a disputa, e de lá pra cá a competição fica mais acirrada e mais bela. Foram 26 títulos para o Garantido, 16 para o Caprichoso e 1 empate. O resultado da 44° edição do festival será divulgado na segunda-feira (29). Vale à pena dar uma conferida nessa grandiosa manifestação folclórica.

Está chegando o dia. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, estréia no próximo dia 15 de julho. O sexto filme da série escrita pela inglesa J.K Rolling, e produzido pela Warner Bross, finalmente chega aos cinemas depois de ser adiado por cerca de 7 meses. O filme tinha data de estréia para o dia 21 de setembro, mas, foi cancelado devido à greve dos roteiristas americanos que durou 2 meses, frustrando fãs do mundo inteiro.

A continuação da saga, do bruxo Harry e seus amigos é sem dúvida a mais aguardada. Quem leu o livro não vê a hora de poder ir ao cinema e conferir as revelações de grandes mistérios que rondam a história. O filme conta com um orçamento milionário em efeitos especiais, para que toda a “magia” descrita por J.K Rolling seja vista pelos telespectadores.

A Warner Bross produtora do filme divulgou esporadicamente, durante a produção, do longa-metragem fotos para saciar a “sede” dos fãs. Já no início desse ano, começou a circular na Internet os trailers. Pelo que se pode ver, o filme agradará a todos. Segue a baixo um dos Trailers.

Michael Jackson

A morte do cantor na noite de ontem (25), surpreendeu a todos inclusive o Google. O site Comunique-se publicou a seguinte matéria:

Google sofre pane com grande volume de buscas por Michael Jackson 

Comunique-se

A quantidade de buscas pelo nome do cantor Michael Jackson na internet foi extraordinária e levou o Google a interpretar esse fato como um “ataque cibernético”.

Os milhões de usuários que digitaram o nome do cantor na barra do Google se depararam com uma mensagem de erro “sua consulta é semelhante a solicitações automatizadas de um vírus de computador ou aplicativo spyware”.

Para se ter uma idéia, ao buscar por Michael Jackson no Google apareceram mais de 73.800.000 milhões de resultados. Ao colocarmos outros termos como, Beatles o resultado foi 52.600.000 milhões, Bob Marley o resultado é 23.100.000 milhões e por Elvis Presley resultou em 16.700.000 milhões.

Outros sites registraram problemas com o volume de acessos. Entre eles estão o TMZ, especializado em fofocas e celebridades, que saiu do ar devido à quantidade de acesso para notícias exclusivas sobre Michael Jackson.

O Twitter também sofreu uma pane com o alto volume de pessoas utilizando a ferramenta ao mesmo tempo. A busca por #Michael Jackson alcançou o topo da lista como o mais acessado.

Com informações da Folha Online.

 

Vou apresentar um conto, escrito de duas formas. Um estará em terceira pessoa, e o outro em primeira. Usei o mesmo título para os dois textos. Aproveitem a leitura.

ABRAÇO

Em um pequeno vilarejo na Grécia, morava um jovem casal. Ele se chamava Gregório, rapaz valente, destemido, de cabelos curtos e olhos intensos. Tinha um grande coração. Fazia parte de uma das mais nobres famílias do vilarejo. Vivia com seus pais. Ele sempre falava da saudade que sentia de sua irmã que há muito tempo havia ido estudar em Paris. Gregório sempre fora muito querido pelos cidadãos do vilarejo. Ajudava a todos sempre que podia, em especial à linda Viviane.

A família de Viviane havia chagado há alguns meses no povoado. Eram ricos comerciantes, vindo do sul do país. A donzela tinha longos cabelos cacheados negros como piche, olhos amendoados que luziam como estrelas e o sorriso alvo como as nuvens. Tinha o jeito meigo de uma menina, mas a força de uma amazona. Montava esplendidamente. Todos os dias, selava o seu cavalo, Artirus, e cavalgava durante horas nos bosques ao redor do vilarejo.

Foi em um desses passeios que os dois se encontraram pela primeira vez. Ela havia parado à beira de um rio para beber água, quando Gregório passou galopando atrás de um cervo. Viviane se assustou com o barulho e caiu no rio. Gregório a viu, saltou de seu cavalo e lhe estendeu a mão. Viviane saiu do rio ensopada, olhou nos olhos do homem que lhe ajudava. Viu refletidos neles um brilho especial que jamais esqueceria.

- Você esta bem? – Ele perguntou visivelmente preocupado.

- Sim. Só estou com um pouco de frio.

Gregório tirou e seu casaco e lhe estendeu. Ela apanhou e se cobriu, agradeceu com um sorriso

- Meu nome é Gregório –apresentou-se – Nunca a tinha visto por aqui, a senhorita está perdida?

- Não, me mudei há alguns dias para o vilarejo e estava cavalgando quando me assustei quando você passou.  Meu nome é Viviane.

 A partir desse dia, todas as tardes, os dois cavalgavam juntos pelo bosque. Logo, a amizade que sentiam deu espaço para o amor. Um amor verdadeiro admirado e invejado.

Os meses foram se passando, o amor se fortalecendo e o namoro transformou-se em noivado. Nessa ocasião, uma festa foi feita para comemorar a futura união do casal. Todo o vilarejo estava presente para a comemoração. Uma festa como jamais foi dada naquela vila. As donzelas que ali moravam comentavam que o noivado não daria em nada. Gregório não se casaria com ela, pois se encontrava também com outra mulher. Viviane jamais acreditou nessas histórias. Ele a amava, assim como ela o amava.

O jovem casal costumava se encontrar à beira do mesmo rio onde um dia haviam se conhecido. Todas as tarde, podia-se ver os dois juntos, celebrando um ao outro. Em uma dessas tardes, Viviane ficou à espera de Gregório durante horas. O que poderia ter acontecido para ele não ir ao seu encontro? Será que os boatos eram verdade? Não poderia ser. Mas havia algo errado. Ela montou seu cavalo e seguiu em direção do vilarejo. Cavalgava lentamente, absorvida em seus pensamentos, quando ouviu risos vindos de um ponto atrás dela. O sorriso era conhecido

- Gregório? – Ela se perguntava. Não poderia ser. Ele não iria deixá-la esperando. Puxou a rédea de Artirus e seguiu em direção ao som. Andaram alguns metros quando finalmente localizou o som. Ficou paralisada com o que via. Gregório estava com outra mulher. Viviane não acreditava no que via. Os dois riam, abraçavam-se, conversavam como se fossem íntimos há muito tempo. Uma lágrima correu em seu rosto quando gritou:

- Acreditei em, você Gregório. Nunca achei que pudesse me  trair!

Assustados como o grito, viraram-se.

- Viviane, eu demorei… – Ele tenta falar, mas é interrompido por ela.

- Não precisa dizer nada. E eu pensei que você me amasse! Ela espora o cavalo e sai em disparada, bosque adentro.

Cavalgando entre as árvores, não percebeu que anoitecia e continuou sem direção. Sua vida estava destruída. Como ele foi capaz de trai-lá, ela que sempre o amara, confiava nele para ser seu esposo? Percebeu, então, que estava perdida na floresta no meio da noite. Naquele escuro não encontraria o caminho de volta. Decidiu procurar um lugar que servisse de abrigo. Desmontou do cavalo e caminhou até se deparar com uma caverna. Decidiu que aquele lugar serviria. Entrou no local iluminado pela lua cheia, sentou-se em uma pedra e chorou. Chorou pelos dias desperdiçados por um amor falso. 

No vilarejo, Gregório contava à família o ocorrido:

- Ela entrou no bosque. Corre perigo. Temos que procurá-la – Falava, aos prantos. Reuniu vários grupos para procurá-la e entraram no bosque. Gritavam seu nome, mas só ouviam o piar das corujas.

Na caverna, Viviane sentia-se sozinha. Sentada em uma pedra pensava o que iria fazer. Como seria o reencontro com Gregório? Levantou-se e andou de um lado para outro quando sentia uma forte dor na perna. Olhou para baixo e avistou uma serpente enrolada na sua perna. Gritou e deu um salto para trás. A cobra afastou-se. Desesperada, correu para fora da caverna, montou no cavalo e cavalgou o mais rápido que conseguia. Sentia o veneno se misturando ao sangue, subindo pelas veias, espalhando-se pelo corpo. Andava sem destino, contornando árvores, cada vez mais fraca. A visão estava ficando turva como se a noite não tivesse lua. Então, tudo escureceu.

Um rapaz que estava procurando Viviane ouviu um baque, como se algo tivesse caído. Virou-se, procurando o som. Avistou um cavalo branco com a crina trançada. Era Artirus, não poderia ser outro. Aproximou-se do cavalo, procurando a dona. Encontrou-a caída e desacordada. Chamou seu nome algumas vezes, tentando acordá-la, mas foi em vão. Percebeu que na perna dela, havia uma marca roxa. Deduziu que poderia ser uma picada de cobra já que naquela área havia muitas. Colocou-a no cavalo e saíram em direção ao vilarejo.

O sol já havia nascido quando Gregório resolveu voltar para casa. Tinha esperanças que Viviane já estivesse voltado. Logo que chegou, a moça que estava com ele naquela tarde o avisou.

- Encontraram-na ontem à noite. Está em casa. Gregório!  Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa a mais, ele saiu em disparada ara a casa de Viviane. Havia muitas pessoas em frente à casa dela. Preocupado com o que pudesse ter lhe acontecido, nem percebeu quando o chamaram. Entrou na casa. Os pais dela estavam sentados na sala com os olhos inchados.

- Onde ela está?- Perguntava, aos gritos. – O pai de Viviane explicou o que tinha acontecido e com um gesto apontou para o quarto. Ao abrir a porta, o médico estava à beira de sua cama.

 - Viviane, o que aconteceu com você? – A aparência dela era devastadora. O rosto estava branco como cal. O cabelo, antes tão negro e ondulado estava emaranhado com folhas e gravetos.

- Gregório – Ela tentava falar, mas sua voz saía como um sussurro. A mão se estendia, tentando lhe alcançar o rosto. – Gregório eu, eu te amei. – Sua mão caiu pesadamente ao lado da cama.

-Viviane!- Gritou – Não me deixe. Eu também te amo! – Era tarde demais. Ela já estava morta e não pode ouvir que a mulher com quem ele estava naquela tarde era a sua irmã, que acabara de chegar.

Meu nome é Gregório, Moro em pequeno vilarejo na Grécia. As pessoas me dizem que sou valente, corajoso, que tenho um grande coração. Vivo com meus pais. Tenho uma irmã também, só que não mora mais com a gente, foi estudar em Paris. Sinto uma falta muito grande. Dela sempre fomos muito amigos, mas essa saudade um dia acaba e ela voltará para casa.

Costumava sair para caçar uma vez por semana. Em um dessas caçadas, conheci uma linda moça. Chamava-se Viviane. Tinha os cabelos em cachos negros como piche. Na face, o sorriso de menina. Nunca tinha visto moça mais bela. Nosso encontro foi um tanto atrapalhado. Eu estava galopando atrás de um cervo, e ela me disse que tinha parado para beber água. Quando passei deve ter se assustado com o barulho e caiu no rio. Ouvi e parei de uma vez. Senti-me muito culpado pelo que aconteceu. Ela saiu do rio tremendo de frio. Ofereci meu casaco e me apresentei:

- Meu nome é Gregório. Nunca a tinha visto por aqui, a senhorita está perdida?

Ela disse que havia se mudado há poucos dias para o vilarejo. Ofereci-me para acompanhá-la até sua casa. Ela assentiu. Fomos conversando pelo caminho. Disse-me que adorava montar e resolvemos apostar quem chegaria primeiro ao vilarejo. Acreditem, ela ganhou. Combinamos de nos encontrar no dia seguinte, no mesmo lugar. Ela concordou e nos despedimos.

Estava ansioso para esse dia chegar. Naquela tarde, senti-me tão feliz. A companhia dela me transformava. Aquela tarde se repetiu durante meses. Passávamos o dia conversando, brincando. E eu me apaixonei perdidamente por ela. E ela por mim. Eu a pedi em namoro. Depois, em casamento. Aquele foi um dia especial. Só não estava completo porque minha irmã ainda não tinha voltado.

A família dela preparou uma grande festa em comemoração ao nosso noivado. Todos do vilarejo estavam presentes. Foi maravilhoso, mas uma coisa me chamou atenção: Viviane estava conversando com Aurora, e eu sabia que ela estava furiosa com nosso noivado. Ela era apaixonada por mim, mas eu não poderia enganá-la, pois já amava Viviane. Aurora podia dizer alguma mentira para Viviane, mas ela não comentou nada sobre a conversa que tiveram. Nem sei por que me preocupei.

Os dias foram se passando e nós continuávamos a nos encontrar à beira do rio. Todos os dias, lá estávamos, curtindo um ao outro. O casamento estava se aproximando. Eu não via a hora de chegar. E ter Viviane só para mim.

Eu tinha acabado de montar meu cavalo e ia encontrar Viviane. Estava a poucos metros da saída do vilarejo quando tive uma surpresa. Minha irmã, Clara, estava chegando. Ela vinha sentada na charrete e acenava para mim. Meu coração disparou de alegria. Corri até ela e lhe dei um forte abraço. Enfim, aquela espera acabava. Clara estava de novo em casa. Acompanhei-a até em casa para ver nossos pais. Eles ficaram muito contentes com a chegada. Ela nos contou como foi a viagem e o que estava fazendo, as horas se passaram e acabei esquecendo-me do encontro com Viviane.

- Clara, vem comigo! – falei, puxando-a pelo braço.

- Para onde Gregório? Eu acabei de chegar – disse, arrumando o vestido.

- Tenho novidades. Quero que você conheça alguém!

Ela veio a contra gosto. No caminho fui contando a ela que tinha conhecido uma garota e que estava apaixonado. Ele ria, enquanto contava como a conheci e finalmente lhe contei que iria me casar daqui a um mês. Ela parou na minha frente, olhou-me cheia de alegria e me deu um grande abraço. Nesse instante, um grito nos assustou

- Acreditei em você, Gregório. Nunca achei que pudesse me trair!

Paralisados com o susto, Clara e eu olhamos para trás. Viviane, montada em seu cavalo, chorava.

-Viviane, eu demorei… – Tentei dizer quem estava comigo, mas ela não me escutou.

- Não precisa dizer nada. E eu pensei que você me amasse! – Ela esporou o cavalo e entrou no bosque.

Eu fique parado, sem saber o que fazer. Ela estava achando que eu a estava traindo. Peguei o braço de Clara e a puxei pelo caminho de volta. Fui tentando explicar o que estava acontecendo. Porém, não conseguia falar direito. Ela não deve ter entendido nada. Assim que cheguei ao vilarejo, gritei por socorro. Pedia ajuda para procurar Viviane.

- Ela entrou no bosque, corre perigo. Temos que procurá-la – Eu gritava para todos que pudessem me ouvir. Consegui reunir um grande numero de pessoas e nos dividimos para fazer a busca. Eu montei no cavalo e parti sozinho na busca. Gritava o nome dela, esperando que me respondesse. Mas não ouvia nada além do piar das corujas. A noite estava iluminada pela lua cheia, o que facilitava a visão. Entretanto, por mais voltas que dava, meu coração ficava apertado com o que poderia acontecer.

Procurei a noite toda e nenhum sinal dela. Decidi voltar, na esperança que ela já estivesse em casa e eu pudesse explicar o mal entendido. Assim que entrei no vilarejo, Clara estava à minha espera.

- Encontraram-na ontem à noite. Está em casa. Gregório! – antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, parti em direção à casa de Viviane. Havia muitas pessoas. Preocupado com o que pudesse ter lhe acontecido, não dei atenção quando me chamaram. Entrei na casa. Os pais dela estavam com os olhos inchados.

- O que aconteceu? Onde ela está? – perguntei com lágrimas nos olhos.

- Ela está como médico – disse o pai dela. Encontraram-na ontem à noite, desmaiada no bosque. Parece que foi picada por uma serpente.

- Onde ela está – gritei. – Com um gesto, seu pai apontou para a porta do quarto.

Corri até lá, quando abri a porta o médico estava à beira da cama. A visão de Viviane foi devastadora. O rosto estava branco como cal. O cabelo, antes tão negro e ondulado, estava emaranhado, com folhas e gravetos.

- Gregório – Ela tentou falar, mas sua voz saía como um sussurro. A mão se estendendo, tentando alcançar meu rosto. – Gregório eu, eu te amei – e sua mão caiu pesadamente ao lado da cama.

- Viviane!- Gritei – Não me deixe. Eu te amo! – Era tarde demais. Ela já estava morta e não podia ouvir que a mulher com quem eu estava naquela tarde era minha irmã, que acabava de chegar.

A cem anos nascia em Portugal,a mais famosa artista brasileira.No dia 09 de fevereiro,vinha ao mundo na cidade do Porto a pequena Maria do Carmo Cunha Miranda.Sua chegada ao Brasil ocorreu 4 meses depois de seu nascimento.Acompanhada de sua irmã Olinda Cunha Miranda e sua mãe Maria Emilia Miranda juntaram-se ao seu pai José Maria Pinto Cunha que já residia no Brasil e montará uma barbearia.

Carmen desde criança mostrava seu talento, fosse em casa ou no colégio de freiras onde estudou.Aos 14 anos conseguiu seu primeiro emprego,em uma loja de artigos masculinos.Foi despedidas 6 meses mais tarde por esta sempre cantando e distraindo os outro funcionários.A futura cantora resolve tentar artística.

Cena do Filme: "Copacabana" ("Copacabana", EUA, 1947) © United Artists

Cena do Filme: "Copacabana" ("Copacabana", EUA, 1947) © United Artists

Em 1930 com a ajuda de Josué de Barros, que a apresenta a diversas gravadoras e rádios, Carmen grava seu primeiro disco. O ano de 33, marca sua estréia nacional com a música “Pra você gostar de Mim” (Taí) de Josué de Barros. Entre os anos de 35 e 39, estrela quatro filmes, dentre eles “Banana da Terra” (1939) onde apresenta pela primeira vez a ‘Baiana estilizada’ que ficaria como sua marca registrada e a música ‘O que é que a baiana tem?’de Dorival Caymmi seu maior sucesso. Em seguida faz diversas excursões a Argentina pra realizar apresentações. Contratada pelo Cassino da Urca Carmen Miranda passa a ter o maior salário pago a uma triz brasileira, cerca de 30 contos de Reis. Ela também lança grandes nomes na música com Dorival Caymmi e sua irmã Aurora Miranda. Continuar Lendo »

 
Divulgação da Internet
Divulgação da Internet

Baseado em fatos reais ocorridos no inicio dos anos 90, ”Shatterred Glass” narra a história do jovem jornalista Stephen Glass, de 25 anos, redator da revista “The New Republic” a única a ser veiculada no avião presidencial dos Estados Unidos da América.

Na redação da revista, Glass é simpático, engraçado, atencioso e companheiro. Uma boa pessoa por assim dizer. Retém a confiança de editor-chefe Michel Kelly, considerado um “paizão” por toda a equipe. Visto como um grande talento Glass rapidamente alcança o posto de editor da revista. Sempre portando matérias de grande impacto e repercussão, consegue pôr-las na capa por diversas vezes.

Após de desentender como dono da revista, Michel Kelly é demitido. E, em seu lugar, e posto Chuck Lene, outro editor não muito querido pela equipe da revista. Com sua entrada, algumas modificações começam a ser realizadas na revista, dando indícios da verdadeira personalidade de Glass(mentiroso, persuasivo e ardiloso).

Durante uma reunião de pauta, Glass apresenta uma história que causaria uma grande mudança na sociedade, quase irreal não fossem os dados e anotações feitas por ele. Por fim a meteria e publicada e também o fim da carreira de Glass.

Depois de ser repreendido por seu editor, o repórter Adam Penenberg, da revista “Forbes Digital TooL”, fica responsável em elaborar uma matéria como o mesmo assunto:”Hackes”. Daí a grande surpresa: nenhum dado apresentado na reportagem original é confirmado, revelando o mau caráter de Glass.

Antiético e dissimulado, Glass relutar com confirmar que enganou a todos. Agindo de forma contrária aos princípios do jornalismo de transmitir informações fundamentadas e o compromisso com a verdade. Só sob julgamento ele finalmente confessa que 27 das 41 reportagens escritas por eles eram falsas.

Glass é um exemplo de profissional inescrupuloso que tenta s promover de forma fácil, mancando a imagem dos profissionais que o acolheram e da revista que lhe concedeu uma oportunidade.

O repórter deve tentar obter a maior quantidade de informação possível, mesmo ele tendo que subornar ou mentir para ter acesso a elas. Entretanto, esse comportamento deve ocorrer em último caso quando não há mais meios de ter acesso a elas. O repórter deve se precaver para que sua imagem não fique “suja” no meio jornalístico e não prejudique seu prestígio profissional.

Usar desse artifício não pode se tornar algo corriqueiro. Há grandes riscos em usá-lo. Primeiramente, a fonte da qual recebeu essa informação deve ser de máxima confiança. As informações, analisadas detalhadamente para que não haja riscos de se veicular uma notícia falsa.

Seguindo esta mesma linha, o fato a ser publicado não pode gerar alarde nacional. Fatos que causariam um impacto muito negativo na população, não devem ser divulgados. O Jornalista não pode causar pânico na sociedade. Porém, se essa notícia prejudicar um pequeno grupo que agiu de forma ilegal ou desonrosa e não vá causar danos à população esse noticia de ser transmitida à sociedade.